Vamos falar de Prevenção
A melhor consulta é a que nunca chega a ser precisa. Uma criança que começa a vir cedo, quando nada lhe dói, cresce sem medo, sem anestesia e sem contas grandes.
A melhor consulta é a que nunca chega a ser precisa. Uma criança que começa a vir cedo, quando nada lhe dói, cresce sem medo, sem anestesia e sem contas grandes.
Três coisas que a prevenção dá ao seu filho, e que se decidem a partir dos 2 anos.
O medo nasce da primeira consulta com dor. Quem começa aos dois anos só conhece a cadeira onde se contam dentes.
Apanhada a tempo, uma cárie trata-se com flúor e selante — procedimentos simples e sem anestesia. Apanhada tarde, o tratamento já é mais invasivo e exige anestesia.
Um check-up custa uma fração de uma restauração, que custa uma fração do implante daqui a trinta anos.
Cada fase tem uma janela própria. Algumas fecham-se.
Limpar todos os dias assim que nasce o primeiro dente. E nunca deitar com biberão de leite: é a maior causa de cáries em bebés.
A primeira consulta é só para conhecer: sentar na cadeira, contar os dentes, ir embora. Nada dói, e é esse o objetivo. É também a partir desta idade que começamos a selar os molares de leite, um procedimento rápido e indolor que previne a cárie, e ensinamos aos pais a usar o fio dentário nos filhos, para criar o hábito desde cedo.
É a idade ideal para a primeira avaliação de ortopedia dentofacial. Na maioria dos casos ainda não há nada a fazer, mas em situações como as de Classe III, em que o queixo é puxado para a frente, já pode ser necessário um aparelho, por vezes usado até durante o sono.
Selamos os molares definitivos e fazemos, ou repetimos, a avaliação de ortopedia dentofacial. Neste período ainda se orienta o crescimento dos maxilares.
Check-up, flúor e revisão da escovagem com a criança. É esta rotina que faz todo o trabalho.
A primeira consulta pode ser só conversa e um espelho. Nunca forçamos e nunca fazemos surpresas: explicamos tudo antes de fazer.
Se o seu filho tem cheques por usar, a consulta de prevenção pode não lhe custar nada. Nós tratamos disso consigo.
A lógica é a mesma: consultas regulares e boa higiene evitam que um problema pequeno se transforme, por exemplo, num implante.
A avaliação é o passo mais barato de toda a vida dentária do seu filho.
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